SCANIA
Scania AB é uma empresa sueca fabricante de caminhões, ônibus, e motores diesel (marítimos e estacionários), sediada em Södertälje, Suécia. Com mais de 28.000 funcionários, a Scania
possui operações na Europa, América Latina, Ásia, África e Oceania. Sua atuação
estende-se por mais de 100 países no mundo.
A
empresa foi fundada em 1900 como Maskinfabriks
AB Scania na cidade de Malmö no sul da Suécia. Scania é a forma latina para designar a
província sueca de Skåne. Em 1911 a Scania se associou a outro
fabricante do ramo automobilístico, aVagnsfabriks
Aktiebolaget i Södertälje (VABIS) de Södertälje para formar a AB Scania-Vabis. Em 1969
a Scania-Vabis se associou com a Saab, para formar o grupo Saab-Scania AB. Em 1995 a
união foi desfeita e a Scania passou a se chamar apenas Scania AB.
Tomada do controle
pelo Grupo VW
Em 3 de
março de 2008 o grupo Volkswagen anunciou a compra de participação acionária
adicional na Scania que elevou os seus direitos de voto para 68,60%, passando
desta forma a ser o acionista controlador da empresa
Novo
Scania R500
Linha de Produtos
A Scania produz caminhões,
chassis para ônibus e motores diesel para uso industrial, marítimo, e para
veículos, máquinas agrícolas e para construção civil produzidos por outras
empresas.
A Scania tradicionalmente é um
fabricante de caminhões pesados e extra pesados, embora produza modelos de
menor tonelagem.
Até 1957, quando foi produzido
o primeiro caminhão no Brasil, os veículos eram produzidos somente na Suécia.
Atualmente existem fábricas também na Argentina, México, França, Holanda,
Polônia e Rússia.
No Brasil nos anos 70 e 80 eram
fabricados somente chassis para ônibus e cavalos mecânicos, com capacidade de
tração a partir de 40 toneladas, atualmente também são fabricados caminhões
rígidos 4X2, 6X2 e 6X4, atendendo também o segmento de caminhões semi-pesados.
Após 2004 - Nomenclaturas em
função da potência
Em 2004 a Scania deixou de usar
na nomenclatura dos seus veículos a cilindrada e a série. Atualmente existem
quatro séries de caminhões, nomeadas em função do tipo de cabine e da potência
do motor onde:
·
Uma letra indica o tipo de cabine:
·
T - cabine atrás do motor "bicudo" não é mais
oferecida.
·
P - Cabine avançada, montada sobre o motor, baixa. Apresenta o
cofre do motor elevado no interior da cabine, influenciando negativamente na
movimentação no interior da cabine. Indicada para operações de curta distância,
sendo mais fácil o acesso do motorista à cabine, quando comparada à Série R.
Ex.: P230, P340.
·
R - Cabine avançada alta, indicada para viagens longas.
Apresenta melhor conforto interno em virtude da menor altura do cofre do motor.
Ex.: R420, R500, R620.
·
G - Cabine parecida com a serie R, mas com acabamento menos
sofisticado.
A linha de ônibus é composta
pelas séries F (motor dianteiro) e K (motor traseiro).
Em 2005, a Scania mudou a forma
de nomenclatura de seus modelos de ônibus. Agora, o número representa a
potência do motor em cavalo vapor (Exemplo: K420 - Motor com 420 Cavalos Vapor
e K indica a posição do motor no chassi).
Em 2009, a Scania lançou a sua
5ª geração de chassis. A nomenclatura dos modelos permaneceu a mesma, mas a
Série 5 ganhou um novo painel e algumas melhorias no motor. Ainda este ano, a
Scania voltou a produzir chassis com motor dianteiro, mercado que ela tinha
deixado em 2003, com o lançamento do F230 4x2, somente na configuração 4X2, e
do F270 nas configurações 4X2 e 6X2.
Os modelos com motor traseiro
são o K230 4x2, K270 4x2, K270 6x2 (com terceiro eixo direcional), K310 6x2
(articulado), K310 8x2 (articulado com dois eixos no vagão traseiro, de 20
metros, exclusivo para Curitiba), K310
4x2, K340 4x2, K380 4x2 ou 6x2; K420 6x2 ou 8x2.
Alguns exemplos:
·
"R"480 V8 (cabine não-reestilizada);
·
"R"500 V8 (cabine reestilizada);
·
"R"580 V8 (versão especial com motor importado da Suécia,
montado no Brasil com a antiga cabine da Série 5).
1968-2005 Nomenclatura em função da cilindrada
Entre 1968 e 2005, foram
produzidos os modelos das séries 0, 1, 2, 3 e 4, os quais foram nomeados com
base na cilindrada do motor, em litros, e da série, formando
um número com dois ou três dígitos. O uso de letras antes do número foi usado,
secundariamente, para indicar o tipo de cabine e depois do número a aplicação
do veículo.
LS110
1969
Série 0
Formada pelos modelos 110, 140
e 101 (este contrariando as regras de nomenclatura), respectivamente com motor
de 6 cilindros em linha de 11 litros, de 203 cv, e motor
V8 de 14
litros. As cabines oferecidas eram:
·
LK, de configuração avançada, conhecida no Brasil como
"cara chata", sendo o LK na configuração 4x2 e o LKS na configuração
6x2;
·
L de configuração convencional, conhecida como
"jacaré" em função do longo habitáculo do motor a frente da cabine.
Esta cabine é incompatível com o motor V8 de 14 litros, e por esta razão só
eram produzidos com o motor de 11 litros.
A cabine avançada fabricada na
Europa e no Brasil tinha diferença em relação à posição de montagem do eixo
dianteiro. Na Europa este era montado abaixo do assento, como nos Scania R113 e
R500 e no Volvo F88. No Brasil o eixo dianteiro era montado abaixo dos pés do
condutor, como no Volvo G88, com a escada de acesso à cabine, na parte
posterior do para-lama.
No Brasil foram oferecidos
somente motores aspirados, tendo os motores turbo sido lançados somente em 1976
já na Série 1, ao passo que na Europa modelos da Série 0 foram equipados com
motores turbo.
Na Europa o L110 era turbinado.
Ele já era chamado de “Super”, em 1970, quando ainda era L76 e substituiu a
cabine “João de Barro” por aquela que equiparia os L111 até 1981. Em 1970,
recebeu o apelido “Scania Super” por causa do turbo (275 hp). Essa máquina
era um antigo motor 11 litros, turbinado, lançado em 1967, na Suécia. O “Scania
Super” era equipado com um filtro de ar externo maior que o dos L76 dos anos 60
(estes com 11 litros, mas sem turbo e 195 hp). Em 1971, a denominação é
alterada de L76 para L110. O L110 era sinalizado na lateral do “torpedo” com
letras e frisos, cromados: “SCANIA —–– 110 SUPER”. Infelizmente os motoristas
substituíam o filtro externo pelo interno e as letras pelas do “L111S”.
A linha de ônibus era composta
pelo B110, de motor dianteiro, e pelo BR115 de motor traseiro. Três unidades do
BR110 foram trazidas da Suécia, para estudos e testes, e encarroçadas no Brasil
pela Ciferal, (rodaram pela Viação Cometa (SP), pela Penha (PR) e pela Empresa
Unida (MG)).
Scania
L80, sucessor do Scania-Vabis L56
Modelos da Série:
·
L110 - caminhão de cabine convencional com motor de 11 litros;
·
LT110 - caminhão com um eixo traseiro;
·
L101 - variação do L110 com menor preço e capacidade de tração;
·
LK140 - caminhão de cabine avançada com motor V8 de 14 litros;
·
LK110 - não foi produzido no Brasil;
·
L80 - não foi produzido no Brasil;
·
B110 - Chassis de ônibus com motor dianteiro;
·
BR115 - Chassis de ônibus com motor traseiro.
Série 1
A série 1 manteve as mesmas
cabines avançadas da Série 0, bem como a cabine convencional no Brasil. Na
Europa um novo modelo de cabine convencional foi lançado, comportando inclusive
o motor V8.
Há várias diferenças entre um
110 e um 111. Uma diferença que se destaca bem é o quebra-vento, que existe nas
portas do modelo 110, e que foi extinto no modelo 111.
Em 1976 foi lançado a o L111.
Os modelos produzidos até 1977 não tem a relação de seis cavalos vapor por
tonelada de Capacidade Máxima de Tração (CMT). Em 1º de Janeiro de 1979 a
legislação exigiu o “S” (111S) para identificar o motor turbinado no L111S.
Em 1981, último ano de
fabricação, o L111S era produzido com potência de 305 cv e 120 toneladas de
capacidade máxima de tração (na versão 6x4). O motor V8 do LK141 desenvolvia
360 cavalos neste ano.
A linha de ônibus era composta
por um modelo equipado com motor dianteiro, o B111, e pelo BR116 de motor
traseiro. O chassis BR116 foi fornecido para o encarroçamento dos Trólebus da
cidade de São Paulo, com motor elétrico central, operados pela CMTC (SP) e
atualmente pela Himalaia (SP) e Metra (SP).
Modelos da Série:
·
L111 - caminhão lançado em 1976.
·
L111S - equipado com motor turbo com potência que variou no
Brasil de 264 a 305 cv.
·
LK111 - caminhão de cabine avançada.
·
LT111 - caminhão com 2 eixos traseiros tracionados (eixos em
tandem).
·
L141 - produzido somente na Europa com o motor V8 de 14 litros.
A cabine da Série 0 que continuou sendo montada nos modelos equipados com motor
de 11 litros é incompativel com o motor V8.
·
LK141 - caminhão top de linha, equipado com motor V8 de 14
litros.
·
81
·
B111 - Chassis de ônibus com motor dianteiro;
·
BR116 - Chassis de ônibus com motor traseiro.
Série 2
A Série 2 marcou a estreia das
novas cabines, os primeiros caminhões T 112M e 112H e 142M e 142H apresentavam
o balanço dianteiro (e o capô do motor) menor que o dos “Intercooler”.
A potência era de 333 cv para o
motor de 11 litros com intercooler e 305 cv para o motor sem intercooler. Os
112M e 142M lançados em ainda em 1982, possuíam o mesmo motor do 111 e 141,
respectivamente, logo foram lançados os 112H e 142H (1982-1986). Scania com
intercoolers de fábrica só vieram em 1985, com o lançamento do 112H, os famosos
"faixa cinza", em 1987, aniversário de 30 anos no Brasil, aparece o S
da frente do capô, de Super Advanced, e o colocaram junto a nomenclatura do
modelo se tornando 112HS (1987-1989), posteriormente foi lançado o modelo 112HW
(1989-1991), que já trazia duas opções de motores com 310 ou 360 cavalos de
potência. No motor V8 de 14 litros a potência variou de 375 cavalos (sem
intercooler) a 411 cavalos (com intercooler) no 142.
Quando foi lançada a Série 2, o
motor V8 veio com nova potência: 388 cv, foi disponibilizado na cabine T, nas
versões T142 H, T142 HS e T142 HW (4x2, 6x2), T142 E T142ES e T142 EW (6x4). A
cabine "R"(antiga LK) também estava disponível com motor V8, sendo
elas R142 H, R142 HS e R142 HW (4x2, 6x2), R142E, R142ES e R142 EW (6x4).
Caminhões
·
112: T112, R112
·
142: T142, R142
Ônibus;
·
Motor dianteiro - S112CL 4x2; S112TL 6x2; F112HL 4x2 (S:eixo
dianteiro na extremidade do chassi, F:eixo dianteiro recuado da extremidade do
chassi)
·
Motor traseiro - K112CL 4x2; K112TL 6x2
Scania
T93
Série 3
A terceira geração foi lançada
no final de 1991 com opções de motores de 320 ou 360 cavalos para o motor de 11
litros (DSC11), e 450 cavalos para o motor V8 de 14 litros (DSC14) todos
equipados com Intercooler. As cabines eram as mesmas da Série 2 com suspensão à
ar na parte traseira da cabine a partir de 1994, volante escamoteável e com
regulagem de altura, com alterações nas faixas decoratívas e em alguns
detalhes. Nos modelos 112 e 113 existe diferença na palheta do limpador do
pára-brisas, que no modelo 112 é parafusada, e no modelo 113 é apenas
encaixada. O painel era reto, semelhante ao da série 2, e posteriormente apos1994
foi lançado o painel arredondado, semelhante ao painel da Série 4.
O motor V8 permaneceu na Série
3 com nova potência: 450 cv. Continuava disponível nas cabines "T",
"R", "T" TopLine e "R" TopLine (teto alto), nas
versões "T"143 H (4x2), "T"143 H TopLine( 4x2) e
"T" 143 E (6x4), "R"143 H (4x2), "R"143 H TopLine
(4x2) e "R"143 E (6x4).
Caminhões
·
93; P93H
·
113: T113H, T113E 6X4, R113H, R113E 6X4, P113H, P113E 6X4
·
143: T143H, T143E 6X4, R143H, R143E 6X4
Ônibus
·
Motor traseiro - K113CL 4x2 (descontinuado em 1994);
K113TL 6x2 (descontinuado em 1994);
L113CLB 4x2 (Lançado em 1993 e posteriormente chamado CITYMASTER);
K113CLB 4x2 (1994 a 1998);
K113TLB 6x2 (1994 a 1998);
K113TLB 8x2 (1995 a 1998)
·
Protótipos - CN93 (protótipo vindo ao Brasil, na década de 90)
Série 4
Caminhões
·
94
·
114
·
124
·
144
·
164
O R164G 480 V8 era a versão
top-de-linha da marca no Brasil, conhecida como "Rei da Estrada" por
ser o caminhão mais potente do Brasil até 2006, quando a Volvo lançou um motor de
520 cv para o FH.
Ônibus (1998-2009)
·
Motor dianteiro - F94HA 6x2*4 310 (articulado); F94HB 4x2 220;
F94HB 4x2 310
·
Motor traseiro - L94IA 6x2*4 300 (articulado - atual K310
Articulado); L94IB 6x2 (terceiro eixo direcional - atual K270 6x2*2); L94IB 4x2
220 (atual K230); K94IB 4x2 300 (atual K310); K124IB 4x2 360; K124IB 6x2 360;
K124IB 8x2 360; K124IB 4x2 420; K124IB 6x2 420 (atual K420 6x2); K124IB 8x2 420
(atual K420 8x2); K124EB 4x2 420; K124EB 6x2 420; K124EB 8x2 420; K340 (4x2 e
6x2); K380 (4x2 e 6x2)
Modelos de 1944 até 1968
Antes do lançamento da Série 0
a nomenclatura não era baseada na cilindrada. Após a II Guerra foi adotada a
nomenclatura com número de dois dígitos e uma a três letras que indicavam o
tipo de cabine e o motor turbo. A letra L era seguida do B nos modelos com
cabine avançada. O S era o indicativo dos modelos com motor turbo.
Modelos L10/L20
Scania-Vabis
L12 1947
Em 1944 teve início uma série
de lançamentos, com novas cabines com os paralamas montados junto ao capô,
embora os faróis continuassem sendo motados sobre estes e só viriam a ser
incorporados aos paralamas em 1958 com a estréia da cabine dos modelos L55 e
L75. A Série foi produzída entre 1944 e 1949 quando foi substituida pela Série
L40/L60. Fazem parte os modelos L12, L13, L23.
Os L10 tinham Peso Bruto entre
8,5 e 11,5 toneladas, e os L20 entre 10 e 18 toneladas.
Modelos L40/L60
Em 1949 os L10 foram
substituídos pelos L40, permanecendo até 1953. Os L20 foram substituídos pelos
L60 no mesmo ano e permaneceram em produção até 1954. Os motores continuaram
sendo o 5,6 litros de 90 cv para o L40, e 8,5 litros de 6 cilindros e 135 cv,
para o L60.
Scania-Vabis
L51 Drabant 1954
Modelos L51 e L71
Em 1953 o L51 foi lançado,
substituíndo os modelos L40, permanecendo em produção até 1959. Em 1954 os L60
deram lugar para o L71, permanecendo em produção até 1958. Os motores foram
substituídos pelo 6,2 litros de 100 cv e 9,3 de 150 cv.
O L71 foi o primeiro modelo
comercializado no Brasil, importado da Suécia.
Scania-Vabis
LS75 1961
"Série
5"
Em 1958 foi lançado o L75, com
uma nova cabine trazendo os faróis incorporados aos paralamas. Esta cabine foi
usada posteriormente pelas Séries 6, 0 e 1, permanecendo em produção até 1981
com pequenas alterações. A partir de 1961 passou a ser disponibilizado o modelo
LS75 com motor turbo.
O modelo L55 foi lançado em
1959, substituindo os L51.
O B75 foi o chassis de ônibus
produzido no Brasil de 1961 até 1965.
Scania-Vabis
LBS76 1968
"Série
6"
O L56 foi lançado em 1962
substituindo o L55. Este modelo passou a usar o motor 7,8 litros de 140 cv.
O L76 substituiu o L75 no
início de 1963 e permaneceu em produção até 1968, quando foi substituído pelo
L110. O motor de 10,3 de 165 cv du lugar a um 11 litros de 190 cv. Na versão
turbo este motor passou a oferecer entre 220 e 260 cv. O Peso Bruto era de 13 a
22,5 toneladas. O Scania-Vabis L“T”76 (tração 6x4) na cor laranja, com motor de
11 Litros de 195 hp, sem turbo e com filtro de ar externo, foi lançado no
segundo semestre de 1963.
Os LB76 e LBS76 marcaram o
retorno dos modelos de cabine avançada, a qual ao longo consolidou-se nas
decadas seguintes na linha de produtos da Scania.
O L66 era montado com o chassis
do L76 e o motor menos potênte do L56.
O L36 foi fabricado de 1964 a
1968, com Peso Bruto entre 10,5 e 11,2 toneladas e era equipado com motor de quatro cilindros em
linha de 5,2
litros e 90 cv na versão aspirada e 120 cv na versão turbo.
O B76 era o chassis de ônibus
da série, equipado com motor dianteiro. Foi fabricado no Brasil de 1966 até
1968.
Scania-Vabis
335 1934
Modelos até à II Guerra Mundial
Entre 1925 e 1944 os caminhões
eram nomeados por um número com três dígitos.
·
314, 324, 325 - modelos fabricados entre 1925 e 1936
·
335, 345 - modelos produzidos de 1931 a 1944
·
355 - modelo com cabine avançada, fabricado entre 1931 e 1942
Scania na América
Latina
Em 1957, a
região foi escolhida para acolher a primeira fábrica da empresa instalada fora da Suécia. A
proposta era atuar nesse mercado em desenvolvimento, oferecendo produtos com a
mais moderna tecnologia.
A primeira fábrica funcionava na Vemag no bairro do Ipiranga, em São
Paulo, Brasil. Quase
20 anos depois, em 1976, a empresa abria as portas de sua unidade industrial
em Tucumán, na Argentina. Em 1995, foi a vez da fábrica de San Luís do Potosí,
no México.
Em 1998, as
linhas de montagem passaram por significativas mudanças com a introdução de
máquinas e equipamentos de última geração e de novos métodos de trabalho para a
produção de caminhões pesados, ônibus e motores industriais e marítimos da
Série 4.
A empresa possui três unidades
de produção localizadas na Argentina, no Brasil e no México, além de operações
comerciais no Chile e Peru. Outros mercados são atendidos por importadores
independentes. A Scania conta com uma rede de mais de 145 concessionárias que
atende os clientes na América Latina.
Para consolidar as atividades
produtivas e comerciais no continente, em 1996 foi criada a Scania Latin
America. As unidades de produção têm capacidade de produzir 20.000 veículos por
ano, entre caminhões pesados e ônibus e 5.000 motores industriais e marítimos.
Cerca de 4.000 pessoas trabalham na América Latina e a região é responsável por
20% do faturamento mundial do grupo.
Scania no Brasil
O Brasil foi escolhido pela Scania para iniciar suas
atividades na América
Latina em 1957. Em 1962 transferiu-se da capital paulista para São Bernardo do Campo[2].
Construída oficialmente como Scania-Vabis do Brasil Motores
Diesel, produziu seu primeiro caminhão em 1958. Foi o L 75 com motor importado e um terço das
peças nacionais, era montado no bairro do Ipiranga, em São Paulo na cor cinza claro, depois passaram a
ser pintados de azul.
A partir de 1963, com o L76, receberam a cor laranja, que marcou os
caminhões da marca durante muito tempo.
Modelos e anos de lançamento no Brasil
·
1951 a 1957 - Scania Vabis L 71 (cor cinza claro importado pela Vemag "625 unidades")
·
1958 a 1960 - Scania Vabis L 71 (cor cinza claro montado pela Vemag "726 unidades")
·
1958 - Scania Vabis L 75 (cor cinza
claro e depois azul já fabricados no Brasil)
·
1963 - Scania Vabis L 76 (cor laranja)
·
1966 - Scania Vabis 101
·
1972 - Série 0 - Scania Vabis L 110; LS 110 com motor 11 litros,
conhecidos por "Jacaré"
·
1974 - Série 0 - Scania Vabis LK 140 V8 de 350 hp(cara chata)
·
1978 - Série 1 - Scania Saab 111; 111s; LK 141 de 375 hp
·
1981 - Série 2 - Scania Saab - Cabines com bico tinham a
nomenclatura T e para as avançadas (cara-chata) R (Isto para essa e demais
séries - só apareciam no documento).
·
4X2: 112M; 142M; 112H; 142H; 112HS; 142HS; 112HW; 142HW;
·
6x2: 112H; 142H; 112HS; 142HS; 112HW; 142HW;
·
6X4: 112E; 112ES; 142E; 142ES; 112EW; 142EW;
·
1988 - Série 3 importada - 113M; Modelo muito raro, muitos nem
sabem que existiram desse modelo no Brasil, foi trazido para testes.
·
1991 - Jubileum - Série especial, comemoração dos 100 anos de
Scania no mundo, baseado no 112HW cabines R e T, motor de 360 cv, 4x2, vinham
na cor preta com faixas cromadas e possuíam rodas 10 furos (disco), um
diferencial nos modelos Scania da época e isso até 1994, quando a Scania
começou a comercializar os modelos com rodas disco de série. Foi uma série
limitada em 200 unidades.
·
1991 - Série 3 - 113H; 113E (motores de 320 e 360 cv); 143H;
143E (motores de 450 cv); em 1993 foi lançado o modelo P93H, com motorização de
250 cv e então a Scania deixava de atuar exclusivamente nos segmentos dos
pesados e extrapesados e agora ingressava também no setor dos semipesados. As
cabinas P ainda eram divididas em simples e leito (alongadas).
·
1993 - Série 3 moderno - 113H; 113E; 143H; 143E (Top Line), além
dos já comercializados, tinham agora os modelos com teto alto, esta data também
foi marcado pelo fim das rodas raiadas.
·
1998 - Série 4 - Cabina totalmente reestilizada, com muito mais
plástico e fibra (apelidados pelos motoristas na época de "120
plástico").
·
Motores de 12 litros (360, 400 e 420 cv): Scania 124G; 124L;
124C
·
Motores de 11 litros (320 e 360 cv)
·
Motores de 9 litros (220, 260 e 300 cv): 94G; 94D; 94C
·
Motores V8 de 16 litros (480 cv): 164G; 164L; 164C
·
2000 - Millenium - Série especial em comemoração do novo milênio
baseado nos modelos 124 e com cabines T ou R que vinham na cor vinho escuro com
o nome millenium na cor dourada na lateral e lançamento do opticruise câmbio
semi-automatico. Também foi lançado no final deste mesmo ano a serie rei da
estrada - Série especial baseado no R-164G 4x2 6x2 ou 6x4, este era o mais
completo e potente do mercado brasileiro e era disponível apenas com cabine
"R".
·
2001 - Horizontes - Série especial baseado nos modelos 124G 4x2
e com cabines T ou R. Vinham na cor laranja, para relembrar o velho 111.
·
2003 - Série 4 - Pequenas melhorias, agora com três marias no
parasol e parachoque na cor do caminhão.
·
2004 - Série Evolução - Os modelos passaram a ser nomeados com
base em melhorias no basculamento da cabine R e melhorias na potencia do motor
e no cardan que fica 3cm mais alto, tanques de alumínio como opcionais, e
mudanças na nomenclatura juntando tipo de cabine com potencia.
·
Cabine com bico: T360; T400; T420.
·
Cabine avançada "cara-chata" alta: R360; R400; R420;
R480
·
Cabine avançada "cara-chata" baixa: P230; P270; P310;
P330; P340; P360; P400; P420
·
2006 - Fim de produção das cabines T e dos Scania 360 e 400
sendo substítuidos por 380 e 420
·
2007 - A Scania comemora 50 anos de sua chegada oficial ao
Brasil. Como parte das comemorações, é lançada a série especial Silver Line,
limitada a 400 unidades.Série 5 (grade frontal e painel reestilizados) - a
cabine anteriormente denominada R pasou a se chamar G e o termo R designa as
cabines com acabamentos mais sofisticados e cofre do motor semi-flat e
lançamento no Brasil da cabine R highline (teto alto) que já era produzida na
Suécia desde 2004.
·
Motores de 12 litros: Scania; R420; G420; P420; R440; G440;
R470; G470
·
Motores de 11 litros: P340 e G380
·
Motores de 9 litros (5 cilindros): P230; P270; P310
·
Motores V8 de 16 litros: R500;
·
2010 - Pequenas melhorias na serie 5 com pequena reestilização
na grade frontal e no painel e mudança no local de basculamento da cabine que
passa da frente do catalizador para o lado direito do para-choque.
·
2010 - Lançamento do R580 V8 o motor mais potente do mercado
nacional
·
2012 - Neste ano a Scania vem pronta para atender às normas de
emissões de poluentes euro 5, lançamento dos Scania R620 e R560 v8 e melhorias
no freio retarder e no câmbio Optcruise tendo as opções de automático para
operações rodoviárias e semiautomático para operações mais severas
·
Motores de 9 litros: (5 cilindros) 250; 270 (motor a Etanol) e
310 cv
·
Motores de 13 litros: (6 cilindros) 360; 400; 440 e 480 cv
·
Motores de 16 litros: (8 cilindros em V) 560 e 620 cv
Semipesado
Ideais para operações de médias
e longas distâncias entre centros urbanos, os caminhões Scania para o segmento
semipesado foram planejados para um transporte ágil e confiável de cargas com
alto valor agregado. Nossa missão é garantir que você lucre com o menor custo
operacional, assegurado pelo baixo consumo de combustível e baixo custo de
manutenção, aliado à maior disponibilidade. As potências oferecidas são de 250
e 310 hp, além do exclusivo caminhão a etanol de 270 hp. Em situações de várias
retiradas e entregas, os caminhões semipesados Scania possuem a maior
capacidade volumétrica de carga, com a maior área disponível para carregamento.
Em função das variações entre-eixos oferecidas, os caminhões semipesados Scania
oferecem como diferencial a possibilidade de diferentes comprimentos de
implementos, além de cabine leito, permitindo o pernoite do motorista com o
mesmo conforto dos modelos de longa distância. Os caminhões semipesados possuem
CMT (carga máxima total) inferior ou igual a 45 toneladas.
Eles são divididos em 5 aplicações.
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Baú - Com foco na distribuição intermunicipal,
em médias e longas distâncias, os caminhões semipesados da Scania possuem o
menor custo operacional, assegurado pelo baixo consumo de combustível e baixo
custo de manutenção, aliado à maior disponibilidade. A Scania também é a única
a oferecer a caixa de câmbio automatizada para o segmento, o Opticruise, o que
assegura médias de consumo ainda melhores e conforto para o motorista. Item de
série nas versões 6x2 e 8x2, a Suspensão a Ar preserva a integridade da mercadoria,
muitas vezes de alto valor, e facilita o processo de carga e descarga. Outro
diferencial é a variedade de entre-eixos oferecida. A opção de 6,3 metros, por
exemplo, possibilita a instalação de um baú de 10,3 metros – o maior implemento
da categoria com a maior capacidade volumétrica. Para quem busca aumento de
produtividade, especialmente em casos de cargas volumosas e leves, há caminhões
próprios para composições tipo romeu-e-julieta, outra exclusividade da Scania.
Disponíveis na cabine P, as potências variam entre 250 e 310 hp. Entre e
confira. Com certeza há um Scania ideal para o seu negócio.
·
Carga
seca - Com o
maior torque do mercado – 30% superior em relação aos concorrentes –, os
caminhões semipesados Scania desenvolvem velocidades médias maiores a rotações
mais baixas, o que resulta em menos consumo de combustível. A economia pode ser
ainda menor com o Scania Opticruise, caixa de câmbio automatizada que torna a
troca de marchas mais uniforme – a Scania é a única a oferecer este tipo de
opcional para caminhões semipesados. Os caminhões estão disponíveis nas versões
4x2, 6x2 e 8x2, sendo que a Suspensão a Ar é item de série nas opções de três e
quatro eixos. A grande vantagem da versão 8x2, além da maior facilidade de
manobras, é o aumento da capacidade de carga, o que possibilita o transporte de
cargas mais densas. A Scania também oferece uma grande variedade de
entre-eixos, o que permite diferentes comprimentos de carrocerias. Disponíveis
na cabine P, as potências variam entre 250 e 310 hp.
·
Frigorífico - As cargas são perecíveis e, por isso, o
alto torque dos veículos – 30% maior em relação aos concorrentes – assegura
velocidades médias mais superiores, o que confere mais agilidade aos apertados
prazos de entrega. Além disso, o elevado torque faz com que o motor trabalhe a
baixas rotações, o que garante o baixo consumo de combustível, a marca
registrada da Scania. Essa economia pode ser otimizada com o Opticruise, que
confere uniformidade às trocas de marchas. Outro diferencial é a Suspensão a
Ar, item de série nas versões 6x2 e 8x2. Além de preservar a integridade da
mercadoria, o sistema facilita o processo de carga e descarga. A versão 8x2
possui maior capacidade técnica de peso nos eixos dianteiros (14.200 kg), o que
descomplica o fato do equipamento de refrigeração da câmara frigorífca ter um
peso elevado. Disponíveis na cabine P, as potências variam entre 250 e 310 hp.
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Sider - Grande capacidade volumétrica do
implemento é fator determinante deste segmento, a Scania pensou em mais uma
solução. A opção entre-eixos de 6,3 metros, por exemplo, possibilita a
instalação de um baú de 10,3 metros – o maior implemento da categoria. Para
quem busca aumento de produtividade, especialmente em casos de cargas volumosas
e leves, há caminhões próprios para composições tipo romeu-e-julieta (até 32
pallets), outra exclusividade da Scania. Disponíveis na cabine P, as potências
variam entre 250 e 310 hp.
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Tanque - Item de série nas versões 6x2 e 8x2, a
Suspensão a Ar garante a estabilidade à carga e traz mais durabilidade ao
tanque. Além disso, garante o escoamento de 100% do combustível. As cabines
Scania oferecem uma ótima área de visibilidade ao motorista, fator crucial de
segurança em áreas urbanas de alto tráfego, nas quais muitos pedestres e carros
se movem próximos ao caminhão. Pelo fato do combustível ser uma carga muito
densa, a tração 8x2 é altamente indicada para este tipo de aplicação. Além
disso, a versão de quatro eixos facilita as manobras nos apertados postos de
combustíveis. Disponíveis na cabine P, as potências variam entre 250 e 310 hp.
Off Road
Resultado de décadas de
pesquisa e desenvolvimento nas condições mais rigorosas, os caminhões off road
da Scania foram projetados para oferecer a máxima disponibilidade mecânica, com
ganhos importantes em termos de economia operacional e capacidade de carga. O
renomado trem de força Scania foi projetado para suportar as mais árduas tarefas
de transporte. O motor garante o alto torque em aclives e declives, e os eixos
transmitem toda a força às rodas mesmo em terrenos escorregadios e de solo
pouco compactado. O foco da linha de caminhões off road também está no
motorista: a segurança, o conforto e a dirigibilidade são de primeira classe.
As cabines foram projetadas sob aspectos ergonômicos, tudo para fazer do
ambiente de trabalho do motorista um lugar confortável para se passar boa parte
do dia. Além disso, a segmentação por tipo de operação é a ordem do dia na
Scania. Oferecemos as mais variadas customizações nos veículos que atendem às
necessidades específicas do trabalho em minas, canteiros de obras, canaviais ou
florestas.
Dividido em quatro aplicações:
·
Cana-de-açúcar - Para que a cana que acaba de ser colhida
chegue à usina, o trabalho dos caminhões é fundamental. E todo o processo de
colheita, carregamento e transporte está comprometido com metas de produção
diárias, fundamentais para manter o fluxo uniforme nas moendas. Por isso, mais
do que nunca a disponibilidade dos caminhões é fundamental. Além disso, algumas
lugares do Brasil possuem lavouras em terrenos muito acidentados, o que exige
bastante do veículo. Para os Scania, isso não é nenhum problema. O portfólio de
caminhões Scania para o transporte de cana-de-açúcar é amplo e contempla
implementos como romeu e julieta, treminhão a pentaminhão, rodotrem, rodotrês e
tritem. E não para por aí: há veículos para trabalhar no transbordo da cana e
como caminhões-pipa, lubrificador, oficinas-móveis e outras funções de apoio.
Oferecemos ainda veículos customizados às operações de cana-de-açúcar, como
tomada de ar traseira alta e proteção de grade, o que evita a aspiração de
resíduos, redutor nos cubos e preparação para rádio PX, entre outros, sempre
com ganhos importantes em termos de economia operacional. Os caminhões Scania
Off Road para o segmento canavieiro possuem capacidade para tracionar desde
implementos com capacidade de carga líquida técnica de 35 toneladas, como
romeu-e-julieta, até os gigantes pentaminhões, de 90 toneladas.
·
Construção - Mais do que nunca, uma infinidade de
cargas (pedras, concreto, material escavado) precisa ser transportada nas obras
em andamento. Geralmente, isso é feito em curtas distâncias, no próprio
canteiro de obras, em locais sem pavimentação, pistas de cascalho e em mau
estado de conservação, com topografia acidentada e muita poeira. Por isso, o
motor precisa ser forte o bastante para oferecer o mais elevado torque – o que
os Scania têm de sobra. O portifólio de caminhões off road para construção
abrange toda a gama de implementos: caçamba basculante sobre chassi e de três
eixos, betoneira, guindaste, prancha, entre outros. Oferecemos ainda veículos
customizados à operação nos canteiros de obras, como escape vertical, tomada de
força, ejetor de partículas e preparação para rádio PX, sempre com ganhos
importantes em termos de economia operacional. Os caminhões Scania Off Road
para o segmento construção podem receber caçambas com capacidade de 8 a 30 m³,
além de betoneiras que variam de 6 a 12 m³ e guindastes com capacidade para até
70 toneladas.
·
Madeira - O Brasil possui grandes indústrias de
papel e celulose. Além disso, a extração em áreas de manejo sustentável é fonte
de renda em muitas regiões do país. Para o transporte da madeira, a Scania
oferece caminhões ideais para o trabalho na floresta e até a indústria de
processamento. Os caminhões são projetados para oferecer força quando
necessário, principalmente em terrenos irregulares e com solo pouco compactado,
além de ganhos consideráveis na economia operacional e capacidade de carga. O
portfólio de caminhões para o transporte de madeira, seja em toras ou na forma
de cavaco, contempla implementos como romeu-e-julieta, treminhão, rodotrem,
rodotrês e tritem. Oferecemos ainda veículos customizados às necessidade dos
clientes, como por exemplo redução nos cubos e outras opções. Os caminhões
Scania Off Road para o segmento florestal possuem capacidade para tracionar
desde implementos com capacidade de carga líquida técnica de 35 toneladas, como
romeu-e-julieta, até os gigantes pentaminhões, de 90 toneladas.
·
Mineração - O Brasil é o maior produtor de minério de
ferro no mundo. O trabalho dentro de uma mina funciona como uma linha de
montagem e os caminhões Scania para o trabalho em mineração são assim: a maior
disponibilidade mecânica e performance garantida pelo elevado torque, sempre
com ganhos em economia de combustível. Tratando-se de mineração, a robustez é
fundamental para aguentar cargas muito densas e com elevado peso específico,
muitas vezes em terrenos com aclives. A segurança é outro ponto importante e,
por isso, oferecemos caminhões com o Scania Retarder, um sistema auxiliar de
frenagem. O portfólio de caminhões Scania para mineração é amplo e contempla
caçambas basculantes com diferentes capacidades de carga para o trabalho
confinado nas minas. Também há opções para aplicações de guindaste, prancha,
comboio, lança-concreto, entre outros. Oferecemos ainda veículos customizados
para operação nas minas, como lubrificador automático de chassi, limpador
automático do para-brisa programado na posição vertical, ejetor de partículas,
preparação para báscula e rádio PX. Os caminhões Scania Off Road para o
segmento de mineração podem receber caçambas com capacidade de 14 a 25 m³, além
de guindastes com capacidade técnica para até 70 toneladas.
Scania na Argentina
A Scania está instalada na Argentina desde 1976, com uma unidade comercial em Buenos
Aires e uma
unidade industrial em Tucumán. Esta fábrica é o centro produtor de
caixas de câmbio e componentes de transmissão para toda a América
Latina.
Scania no Chile
Há mais de 45 anos a Scania
exporta veículos pesados para o Chile.
Trata-se de um dos principais mercados de exportação para a Scania Latin
America.
Para aumentar sua presença na
região, em 1995 foi criada a Scania Chile, unidade comercial que também presta
serviço de pós-venda aos produtos da marca.
Scania no México
Os primeiros produtos da marca
Scania - 600 ônibus produzidos no Brasil - chegaram ao México em 1992. No ano seguinte, foram enviados 50
caminhões T113 6x4 para demonstração aos principais empresários de transportes.
Os veículos tiveram grande aceitação no País, um mercado tradicionalmente
dominado por veículos de conceito norte-americano.
Essa boa aceitação levou a
Scania a implantar, em 1995, uma fábrica para a produção de caminhões em San Luis Potosí,
região central do México. Quatro anos depois, em 1999, foi inaugurada uma linha
para a produção de ônibus. O escritório comercial está localizado na Cidade do
México.
Scania no Peru
Há mais de 45 anos, os veículos
Scania circulam no Peru. Para
consolidar sua presença nesse mercado, a Scania Latin America possui uma
unidade comercial própria emLima, capital peruana.
Os caminhões e ônibus Scania
são reconhecidos em todo o Peru por responderem muito bem às duras exigências
da geografia e clima do país e por serem atendidos por um eficiente suporte de
pós-venda.
Motores
O Scania 314 foi o primeiro
caminhão da marca, produzido a partir de 1925. O motor de quatro cilindros em
linha e 3461 cilindradas e 36 cavalos-vapor era disponibilizado para
o modelo. Tambem estava disponível o motor de 4273 cilindradas e 50 cv.
Atualmente são produzídos
caminhões com motores desde cinco cilindros, e 9 litros de cilindradas, com
potência a partir de 230 cv, até o V8 de 16 litros de 620 cv no Brasil e 730 cv na Europa.
Percebe-se também como a
tecnologia aumenta a potência dos motores: por exemplo, O LK141, maior caminhão
no final da década de 70, com motor V8 de 14 litros, atingia no máximo 375
cavalos; hoje em dia, um Scania R470 atinge muito mais com um motor 6 cilindros
em linha e 12 litros de cilindrada. Já em 1992 o modelo 113 também atingia 360
cavalos apenas com um motor 6 cilindros.
A Scania e o Meio
Ambiente
Do desenho na prancheta até a
reciclagem, ao fim da vida útil, cada aspecto de um caminhão Scania é
desenvolvido levando em consideração o motorista e o meio ambiente. Os
caminhões Scania são projetados para proporcionar uma excelente economia
operacional. Nossos motores com baixo consumo de combustível fornecem o máximo
em potência com o mínimo de emissões, o que reduz o impacto ao meio ambiente. A
Scania pensa em todo o ciclo de vida do veículo e seu compromisso em minimizar
o impacto ambiental vai além. Ele inclui a liderança mundial em desenvolvimento
tecnológico e produção eficiente, operação econômica, serviços e reparos
otimizados, bem como a responsabilidade pelo tratamento ao fim da vida útil.
Além disso, a Scania ajuda o próprio motorista a minimizar o impacto ambiental.
Com o Treinamento de Motoristas, você poderá reduzir o consumo de combustível e
as emissões no meio ambiente de maneira significativa.
Pensando em um transporte que
atenda às demandas da sustentabilidade, o objetivo da Scania é que as emissões
de dióxido de carbono por tonelada transportada sejam reduzidas em 50% nos
próximos 20 anos. Como isso pode ser obtido? Estas são as contribuições mais
importantes:
• Logística melhorada de forma
consistente com a ajuda do STI (Serviços de Transporte Inteligente);
• Maior desenvolvimento da
competência do motorista e do suporte a ele prestado;
• Otimização contínua de cada
aspecto da tecnologia do veículo, do aumento da eficiência dos trens-de-força à
aerodinâmica;
• Legislação revisada para promover
o uso das combinações de veículos longos que carreguem mais carga;
• Tecnologia robusta e
hibridização com economia significativa de combustível;
• Introdução gradativa de
alternativas para os combustíveis convencionais.
Mais da metade do orçamento da
Scania para pesquisas e desenvolvimento é dedicada a refinar a tecnologia do
trem-de-força e aumentar a sustentabilidade. Estratégia ambiental sob a
perspectiva do ciclo de vida A estratégia ambiental da Scania vai além do
desempenho de seus veículos na estrada e da excelência de recursos em
manutenção e reparos. Da produção do veículo ao tratamento, ao fim de sua vida
útil, buscamos continuamente minimizar o impacto ambiental. Com um dos mais
eficientes sistemas de produção no mundo e por meio da utilização de
componentes modulares, a Scania minimiza o desperdício de todas as maneiras.
Materiais perigosos são utilizados apenas quando absolutamente necessários, e a
manipulação e o descarte são controlados com rigidez. Ao término da vida útil
do veículo, a Scania fornece orientações detalhadas sobre desmontagem e
descarte. Diversos componentes do veículo foram projetados para serem
reciclados e são marcados para uma fácil identificação.
Resultados
2011
A Scania Brasil é pelo terceiro
ano consecutivo o principal mercado da companhia no mundo, à frente da Rússia e
da Alemanha. O País foi responsável pela venda de 1.652 ônibus, 2.515 motores e
13.011 caminhões pesados e 424 semipesados, conforme balanço anual de 2011,
divulgado nesta semana.
No ano passado, o
destaque dos resultados na unidade brasileira ficou por conta dos ônibus, que
registraram o melhor resultado dos últimos 20 anos, com o crescimento de83% em relação a 2010, com a
comercialização de 1.652 veículos. O desempenho no segmento foi marcado, entre
outros fatores, pela venda dos ônibus a etanol em São Paulo, pela entrada no
sistema BRS (Bus Rapid System), no Rio de Janeiro, pela consolidação do chassi
de 15 metros e renovação de frota. No segmento de caminhões os modelos mais
comercializados em 2011 foram o G420, com 5.200 unidades, e o P340, com 2.822
unidades.
Para 2012, as
novidades serão os novos
motores de 9 e 13 litros, a
linha V8 com o caminhão mais potente do mercado brasileiro, o caminhão a etanol e as
tecnologias Scania Opticruise e Scania Retarder. A montadora também aposta
em maior participação no segmento de semipesados. Desde que entrou nesse nicho
de mercado, a Scania saltou de três unidades vendidas em 2010 para 424 unidades
em 2011.
Volvo
Volvo - em sueco AB Volvo - é uma empresa sueca,
fundada em 1927, pelo engenheiro Gustav Larson e o economista Assar Gabrielsson na
cidade de Gotemburgo.
Em latim, Volvo
significa "eu rodo" ou, por analogia, "eu guio".
A companhia é uma grande
fabricante de veículos comerciais, destacando-se como uma das maiores
fabricantes de caminhões/camiões do mundo. Entretanto existem outras áreas
de atuação que a empresa deixa por conta das suas subsidiárias. Os
"braços" da Volvo são: Volvo Camiões (caminhões) e Autocarros (ônibus), Volvo Equipamentos para Construção, Volvo
Penta, Volvo Aero e Volvo Serviços Financeiros. A marca também é dona da Mack
Trucks.
A maior atividade da AB Volve é a produção de caminhões/camiões – 64%, seguida da produção de equipamentos para construção – 21%. 4
A maior atividade da AB Volve é a produção de caminhões/camiões – 64%, seguida da produção de equipamentos para construção – 21%. 4
Em 1999 a Volvo Cars - em sueco Volvo PV - deixou de fazer parte do grupo e foi
vendida à Ford Motor Company. No
dia 28 de março de 2010, a Ford acertou a venda da Volvo para a chinesa Zhejiang Geely Holdin Group,
em uma transação envolvendo US$ 1,8 bilhão.
Em 2013, a AB Volvo assinou um
acordo de cooperação com a empresa chinesa Dongfeng Motor Group, sendo o novo
consórcio o maior fabricante de caminhões/camiões do mundo.
História
A Volvo iniciou as suas
atividades em 14 de
Abril de 1927
na cidade de Gotemburgo, capital do condado de Västra Götaland,
naSuécia.
A ideia de seus fundadores, Assar Gabrielsson e Gustav
Larson, era a produção de veículos de passeio que fossem ao mesmo
tempo seguros e adequados às condições severas do clima e do pavimento da
Suécia na época.
A produção de caminhões se
iniciou no ano seguinte com o 'Series 1', um sucesso imediato, que chamou
atenção também fora da Suécia.
A maior contribuição da Volvo
ao automobilismo foi a invenção do cinto de segurança de três
pontos, introduzido em 1959.
Também foi a primeira marca a
aplicar "Airbags" nos modelos com o objetivo de aumentar a segurança
para os passageiros.
Modelos
Volkswagen
A Volkswagen (VW) é uma empresa alemã pertencente ao Grupo Volkswagen. É a
maior fabricante de automóveis da europa e tem sua sede mundial na cidade
de Wolfsburg, Baixa Saxônia.
O Grupo Volkswagen, além da
marca Volkswagen, é também proprietário das marcas Audi, Bentley, Bugatti, Ducati,Lamborghini, Seat, Porsche, Skoda, MAN e Volkswagen
Caminhões, e Scania.
Em março de 2011, a Volkswagen
adquiriu o segmento comercial da Porsche 1 , por 3,3 bilhões de euros, tendo assim o
direito de negociar e operar pela marca "Porsche", fazendo com que a
Volkswagen fique mais próximo à fusão com a "PHS" (Porsche Holding
Salzburg).
Em julho de 2011 a Volkswagen
que já era o maior acionista do Grupo MAN SE, elevou sua participação para
55,9% das ações, consolidando-se como acionista majoritário.
Em abril de 2012 a Volkswagen,
por intermédio da Audi2 , anunciou o compra da fabricante italiana
de motos Ducati,
aumentando a rivalidade com a BMW também
no segmento de motos esportivas.
A Volkswagen também patrocina
alguns eventos esportivos, como
o Rali Dakar, a Seleção
Argentina de Futebol, a Seleção
Brasileira de Futebol, Seleção Neozelandesa de Futebol e a Seleção
Russa de Futebol, além da Academia do David Beckham.
Também patrocinou os Jogos Olímpicos de Verão de 2008 e patrocina o time alemão VfL Wolfsburg.
A Volkswagen possui no Brasil, mais
precisamente no estado de São Paulo, duas pequenas
centrais hidrelétricas (PCH)
nas margens do rio Sapucaí, sendo
uma denominada Anhanguera e a outra, Monjolinho3 .
Falando em Brasil, a Volkswagen
é a segunda empresa que mais vende carros no país.
Origem
Década de 30, século XX, Alemanha.
Porsche Type 12.
A origem da empresa remonta à década
de 1930, na Alemanha nazista, e ao projeto de construção do automóvel que ficaria conhecido no
Brasil como "Fusca", em Portugal
como "Carocha", na Alemanha como "Käfer" e nos Estados
Unidos e Reino Unido da Grã-Bretanha, como "Beetle". O termo
"Volkswagen" foi cunhado por volta de 1924 pelo engenheiro
alemão-judeu Josef Ganz, que lutava para
modernizar a indústria automobilística alemã, publicando suas idéias de
introduzir suspensões independentes com semieixos oscilantes, baixo centro de
gravidade e chassi com tubo central num automóvel popular que custasse o mesmo
que uma motocicleta. Em 1933, Adolf Hitler visita o Salão Internacional do Automóvel de Berlim e vê no Volkswagen,
uma forma eficiente de propaganda nazista, e passa a defender a ideia de carro
do povo como se fosse sua. Josef Ganz e Edmund Rumpler foram cogitados para dirigir o projeto, mas logo foram descartados por
serem judeus. O engenheiro encarregado de desenvolver o modelo foi Ferdinand Porsche (1875-1952), apesar de grande parte
de seu desenho ter sido inspirado nos carros desenvolvidos por Hans Ledwinka
para a empresa Tatra.
Cerca de 336 mil pessoas pagaram pelo
modelo, e protótipos do carro, chamados em alemão KdF-Wagen (KDF significa Kraft durch Freude, em português,
"força através da alegria", um dos lemas do Partido
Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães, o conhecido Partido Nazista),
surgiram a partir de 1936, sendo os primeiros modelos produzidos em Stuttgart. O carro já possuía as curvas de seu formato característico e o motor
refrigerado a ar, de quatro cilindros, montado na
traseira, similar ao Tatra.
Erwin Komenda, chefe de desenho da Porsche de longa data, desenvolveu o corpo do
protótipo que seria igual ao dos Carochas/Fuscas posteriores.
A nova fábrica - implantada numa cidade
que foi criada em torno da mesma e batizada de KdF-Stadt (atual Wolfsburg) - só havia produzido algumas unidades quando aSegunda Guerra Mundial iniciou-se em 1939. Como consequência
da guerra, sua produção foi adaptada para veículos militares, como o jipe Kübelwagen, o modelo
anfíbioSchwimmwagen e o Kommandeurwagen.
1945 - Um futuro incerto
A empresa deve a sua existência
no pós-guerra a um homem, o major britânico Ivan Hirst. Em abril de 1945 a KdF-Stadt e sua fábrica fortemente
bombardeada foram capturados pelos norte-americanos, e passaram
às mãos da administração britânica. A primeira idéia foi usá-la para a
manutenção de veículos militares pesados. Para Hirst, como ela fora usada para
produção militar e fora um "animal político" (menção pessoal) ao
invés de um empreendimento comercial, seu equipamento na época fora destinado
às reparações de guerra. Assim, Hirst pintou um dos carros da fábrica de verde
e o exibiu em instalações militares britânicas. Dispondo de poucos veículos
leves de transporte, em setembro de 1945 o exército britânico foi persuadido a
encomendar 20.000 unidades. As primeiras unidades foram para o pessoal das
forças de ocupação e para o correio alemão. Por volta de 1946 a fábrica estava produzindo 1000 carros por
mês, uma quantidade notável, uma vez que a fábrica ainda precisava de reparos:
o teto e os vidros danificados interrompiam a produção quando chovia, e o aço
para fazer automóveis era pago com veículos produzidos.
O carro e a cidade mudaram seus
nomes da época da Segunda Guerra Mundial para, respectivamente, Volkswagen e
Wolfsburg. Enquanto isto, a produção crescia. Como ainda era incerto o futuro
da fábrica, a mesma foi oferecida a representantes de empresas automobilísticas
britânicas, americanas e francesas. Todos
a rejeitaram. Depois de visitar a fábrica, Sir William Rootes, da indústria britânica
Rootes Group, declarou que "o modelo não atrai o consumidor médio de
automóveis, é muito feio e barulhento... se vocês pensam que vão fazer
automóveis neste lugar, vocês são uns grandes tolos, rapazes".
Ironicamente, a Volkswagen fabricou nos anos 80 uma versão do Hillman Avenger,
modelo criado pela empresa de Rootes (Hillman), após esta ter sido absorvida
pela Chrysler em 1978, e de a Chrysler, por sua vez, ter vendido sua fábrica na Argentina - que produzia este modelo como "Dodge
Polara" - para a Volkswagen.
1948-1974 - Ícone da recuperação alemã
Após 1948, a Volkswagen se tornou um
importante elemento simbólico e econômico, da recuperação da Alemanha Ocidental. Heinrich Nordhoff (1899-1968), ex-gerente da área
de caminhões da Opel foi chamado para dirigir a fábrica naquele ano. Em 1949 Hirst deixou a
empresa, agora reorganizada como um monopólio controlado pelo governo alemão ocidental. Além da introdução do veículo
comercial "VW tipo 2" (conhecido como Kombi) em suas versões
de passageiros, furgão e camioneta, e do esportivo Karmann Ghia, Nordhoff seguiu a política de modelo único até pouco antes de sua
morte em 1968.
A produção do "tipo 1",
nome oficial do "Carocha" ou "Fusca", cresceu enormemente
ao longo dos anos no mundo todo, tendo atingido 1 milhão de veículos em 1954.
Durante a década de 1960 e o início
dos anos 70, apesar de o carro estar ficando ultrapassado em alguns aspectos,
suas exportações para os EUA, sua publicidade inovadora e sua reputação de veículo confiável ajudaram seus números de
produção total superarem os do recordista anterior, o Ford Modelo
"T". Por volta de 1973 sua produção mundial já superava 16 milhões de
unidades.
A Volkswagen expandiu sua linha de
produtos em 1967 com a introdução de
vários modelos "tipo 3", os quais eram essencialmente variações de
desenho de carrocerias ("hatch", três volumes) baseados na plataforma
mecânica do "tipo 1". Novamente o fez em 1969 com a linha relativamente impopular chamada "tipo 4" que
diferiam bastante dos anteriores pela adoção de carroceria monobloco,
transmissão automática e injeção de combustível.
1974 - Do "Käfer" para o Golf
A Volkswagen (VW) enfrentou sérios
problemas em fins dos anos 60, com o insucesso dos "tipo 3" e
"tipo 4" também com o K70, baseado em modelo da montadora NSU. A
empresa sabia que a produção do "Käfer" (Carocha, Fusca) iria terminar algum dia, porém o enigma sobre como substituí-lo se
convertera num pesadelo. A chave para o problema veio da aquisição da
Audi/Auto-Union, em 1964. A Audi possuía os conhecimentos
tecnológicos sobre tração dianteira e motores refrigerados a água dos quais a Volks tanto necessitava para produzir um sucessor de seu
"tipo 1". A influência da Audi abriu caminho para uma nova geração de
Volkswagens:Polo, Golf e Passat.
A produção do Käfer na fábrica de
Wolfsburg cessou em 1974, sendo substituído pelo Golf. Era um veículo
totalmente diferente de seu predecessor, tanto na mecânica quanto no desenho,
com suas linhas retas desenhadas pelo projetista italiano Giorgetto Giugiaro). Seu desenho seguiu tendências estabelecidas pelos
pequenos modelos familiares, tais como o Mini Cooper, de 1959 e o Renault 5, de 1972—o Golf tinha um motor refrigerado a água montado
transversalmente, desenho "hatch-back" e tração dianteira, uma
configuração que tem dominado o mercado desde então. A produção do Käfer
(Carocha/Fusca) continuou em fábricas alemãs menores até 1978, porém o grosso da
produção foi deslocado para o Brasil e o México.
Dos anos 70 aos dias atuais
Desde a introdução do Golf, a
Volkswagen tem oferecido uma gama de modelos semelhantes a de outros
fabricantes europeus. O Polo, menor em tamanho que o Golf e introduzido na
mesma época, os esportivos Scirocco e Corrado, e o Passat, de maior tamanho,
foram os mais importantes e significativos. Em 1998 a Volks lançou o
chamado New Beetle, um carro com
plataforma baseada no Golf e desenho que lembrara o "Beetle"/"Käfer". Em 2002, a empresa alemã - cujo
nome traduzido ao português significa "carro do povo" - lançou dois
automóveis para o segmento de alto luxo: a limusine Phaeton(como chamam os sedãs na Alemanha,seu maior mercado) e
o SUV Touareg.
Em 30 de julho de 2003, o último Carocha/Fusca foi produzido no México, selando para o modelo um total de 21.529.464 unidades produzidas em
todo o mundo.
De julho de 1998 até dezembro de 2002
a divisão Bentley da Volkswagen também vendeu automóveis sob a marca
Rolls-Royce, após acordo com a também alemã BMW, a qual comprara os direitos de
uso do nome. A partir de 2003, apenas a BMW pode fabricar
automóveis com a marca Rolls-Royce.
Volkswagen Caminhões e Ônibus
Volkswagen
Caminhões e Ônibus são uns segmentos da
empresa Man Latin
América para a criação de caminhões e ônibus. A empresa foi fundada
em 1980, após a compra de ações da Chrysler Motors do Brasil.
História
A Chrysler do Brasil, fabricava desde 1969 três modelos de caminhões Dodge;
o grande D-700, o médio D-400, e a pick-up D 100 (1969 a 1971).1
A Volkswagen AG, em 1975 adquire poucas ações da Chrysler Motors do Brasil Ltda. que em 1980, compra todas as ações e
muda o nome da empresa para Volkswagen
Caminhões Ltda., lançando o primeiro caminhão em Novembro de 1981.
Isto sinalizou uma nova era na Volkswagen, na
produção de veículos pesados que cobria a faixa de PBT de 5 até 45 ton.
A Volkswagen Commercial
Vehicles pegou o controle da divisão de Caminhões e Ônibus em 2000. Desde
aquele tempo, a VWCV procurou expandir o mercado para outras regiões, além da
própria América
do Sul.
Atualmente
Os caminhões e ônibus Volkswagen são produzidos no Brasil (em Resende) e
mandados em regime CKD para África
do Sul, México e Abu
Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos. Novos mercados estão sendo
vistos nas regiões do Oriente
Médio e Austrália.
VW
Constellation
A Volks Caminhões lançou na primavera de 2005 sua nova série de caminhões, a
Constellation, com nova cabine (não mais baseada na cabine MAN da década
de 1970) com PBT entre 33 a 45 ton., futuras versões poderão ter PBT de
57 ton.
Atualmente a VW Caminhões e
Ônibus faz parte do grupo MAN AG, que estendeu suas operações na América do
Sul.
Mercedes-Benz
A Mercedes-Benz uma marca alemã de automóveis pertencente ao grupo Daimler
AG, criada em 1924 e resultado de uma fusão entre a Benz & Cia. e a Daimler. É a
mais antiga empresa de automóveis e veículos comerciais da Alemanha e do mundo. Esta produz automóveis, caminhões, autocarros, e os
seus próprios motores.
Criada em 1871, a Benz &
Cia foi a maior empresa criada pelo alemão Karl Benz. A
Daimler foi fundada por Gottlieb Daimler e
pelo seu parceiro Wilhelm Maybach em
1890. Daimler viria a morrer em 1900 e Maybach deixou a empresa em 1907. Nessa
altura, a Daimler e a Benz eram as grande rivais de uma da outra. Contudo em
1924, as duas empresas assinaram um acordo de ajuda mútuo devido à necessidade
de estimular a economia germânica após a I Guerra Mundial. Este acordo viria a
ser quebrado em 2000. Mesmo assim, as duas empresas criaram os seus próprios
automóveis e as suas próprias marcas.Mercedes-Benz está associada à primeira e mais
antiga linha de montagem de automóveis do mundo. Em 1926, quando então se
formou a empresa Daimler-Benz, um novo símbolo fora então criado para cada
parte (Daimler e Benz).
A estrela de três pontas foi
desenhada por Gottlieb Daimler em que cada ponta representava o ar, a terra e o
mar mostrando que os motores desenhados adaptavam-se a estes três meios. A
estrela apareceu primeiramente num automóvel de um Daimler datado de 1901 e
viria a ser usada então pela Mercedes-Benz. O círculo à volta da estrela viria
a ser desenhada por Karl Benz juntando na parte inferior o seu nome. Até 1937,
este símbolo não era usado.
Além de produzir automóveis, a
empresa fabrica também autocarros, motores para aviões, caminhões, entre outros
meios de transporte. Atualmente fabrica também protótipos de motores para as
equipas de Fórmula 1 da Force
India, Williams F1 , daMcLaren e da própria Mercedes
GP.
História
Benz
Patent Motorwagen 1886 (Replica). O
primeiro automóvel realmente movido por um motor de combustão interna.
Benz
Velo 1894.
Os fundadores
As origens da Daimler-Benz
datam do fim do século
XIX quando Gottlieb Daimler (1834-1900) juntamente com Wilhelm Maybach (1846-1929) e Karl
Benz (1844-1929)
inventavam independentemente o primeiro automóvel internamente movido por um
motor de combustão no sul da Alemanha.
Contudo e curiosamente não se conheciam. Karl Benz tinha a sua loja em Mannheim
e inventou o primeiro automóvel realmente
movido através de uma motor de combustão interna em 1885 e possuia três rodas.
Em 1885, Gottlieb Daimler e o
seu colega desenhador Wilhelm Maybach que trabalhavam em Cannstatt, Stuttgart,
foram premiados a 29 de Agosto de 1885 por terem construído o primeiro
protótipo de um motor movido a gás. A 8 de Março de 1886, Daimler comprou uma
carroça fabricada por Wilhelm
Wimpff & Sohn e,
juntamente com Maybach, juntou então o motor a esta mesma carroça criando um
automóvel de quatro rodas movido por um motor como muitos anteriormente feitos
por eles. A única diferença era que este motor era movido a gás. Segundo o site
oficial da Mercedes-Benz, Daimler inventou a carroça "sem cavalo".
Daimler e Maybach fundaram juntamente a DMG em 1890 e venderam o seu primeiro
automóvel em 1892.
O negócio continuara a crescer,
mas Karl Benz continuava a melhorar o seu Motorwagen (o seu primeiro motor) e vendeu o seu
primeiro automóvel em 1888. Construiu o seu primeiro carro a quatro rodas em
1891. A Benz & Cia. criada por Karl Benz, não só se tornou a primeira linha
de montagem como também se tornou a maior do mundo no início do séc. XX.
Origem do nome
Em 1899, a Daimler-Motoren-Gesellschaft (DMG) construiu um novo automóvel. O
nome do automóvel viria a ser o nome da filha de Emil Jellinek: Mercédès
Jellinek. Jellinek prometeu comprar 36 automóveis da DMG se Daimler
nomeasse o próximo motor como "Mercedes 35hp" e se Daimler o tornasse
o agente oficial para vendas dos automóveis na França, Áustria-Hungria, Bélgica e Estados
Unidos. Sendo assim, Jellinek comprou os 36 carros e gastou 500.000 marcos.
A mudança do nome ajudou a
evitar problemas legais porque depois da morte de Daimler em 1929, a DMG
decidiu vender o nome registado "Daimler" ficando o nome Mercedes salva-guardado.
Cooperação entre os rivais
300SC
Cabriolet (1957)
Naquela altura as maiores
rivais do sector automóvel eram a DMG e a Benz & Cia. Em 1924, devido à
necessidade de dar um impulso à economia da Alemanha após a I
Guerra Mundial, estas duas empresas acordaram numa cooperação mútua e em 1926
a empresa Daimler-Benz AG(AG significa sociedade anónima, como SA em Portugal).
A Daimler-Benz AG produzira motores, automóveis e caminhões. O acordo entre as
partes exigia a união das duas empresas até ao ano de 2000. Além dos automóveis
e dos caminhões, a Daimler-Benz AG fabricava também barcos e aviões (militares
e civis). Na década de 1940, durante a 2ª Guerra Mundial, a montadora
Daimler-Benz dedicava quase toda sua produção a fins bélicos, chegando a
empregar mais de 30 mil civis e prisioneiros de guerra como mão-de-obra
escrava.
Karl Benz decidiu acrescentar o
seu nome "Benz" à marca Mercedes.
Acrescentou uma auréola à volta da estrela e nasceu assim o famoso nome Mercedes-Benz juntamente com o seu símbolo e que
dura até aos dias de hoje. Durante a Segunda Guerra Mundial, a DMG foi uma
importante contribuidora de meios de transporte como carros de combate,
automóveis militares e motores para aviões.
Depois da derrota da Alemanha
Nazi, a empresa continuou a ser uma importante empresa para as
exportações alemãs de automóveis para estimular a economia que voltara a
fracassar. Contudo, os resultados não foram os melhores devido aos altos preços
que a DMG praticava. Isso obrigou à criação de modelos mais baratos e a criação
de Classes de modelos (A e B) que perduram até hoje.
Hoje em dia
Classe A
Classe C
Hoje, Mercedes-Benz é uma das
marcas de automóveis mais conhecidas do mundo inteiro. A sua fama e diversidade
na produção permitem obter grandes lucros e o desenvolvimento tecnológico
constante. Os carros produzidos não param de encher os olhos dos consumidores.
Muitos famosos compram Mercedes de alto valor e, claro, potência. De forma a
variar a sua oferta, a Mercedes diversificou os seus modelos criando carros
mais pequenos e menos luxuosos. Porém, a qualidade dos automóveis é sempre um
objectivo da marca. A qualidade, aliás, foi sempre uma aliada à empresa
garantido serviços de atendimento em todo o mundo. As peças produzidas pela
marca são únicas e difíceis de serem ilegalmente copiadas (chaves, motores,
suspensões, etc.).
Sede da
Mercedes-Benz em Stuttgart
Além da Mercedes propriamente
dita, a DaimlerChrysler AG (nome do antigo grupo, antes da recente venda da
Chrysler, que acumulava prejuízos) criou outras marcas mas com os motores
Mercedes. Um exemplo delas é o Smart - um carro pequeno e citadino que vai
agora na segunda geração. Apesar de ter tido bons números de vendas na Europa,
esta marca nunca foi capaz de apresentar lucros, em parte graças ao elevado
investimento inicial que não foi partilhado com mais nenhum construtor. Para
emendar esse aspecto o actual smart partilha o seu motor de três cilindros com
1.0 litros (e três níveis de potência) com a Mitsubishi. Outra novidade é que
este pequeno automóvel passou também a ser comercializado nos Estados Unidos,
para já com algum sucesso.
Outra marca de que a Mercedes é
responsável é a Maybach, que vende automóveis de topo, com uma
qualidade e preço ao nível daRolls-Royce.
A Mercedes também faz o
desenvolvimento de motores para competição. Um exemplo é a participação na Fórmula
1: faz parte das equipas McLaren, Force
India e Mercedes
GP.
Lista de modelos
Automóveis
·
Classe GLA
Veículos comerciais
Actros
Séries atuais
Modelos descontinuados ou antecessores[editar | editar
código-fonte]
Autocarros / Ônibus
·
412 D
·
413 CDI
·
L-508 D
·
L-608 D
·
LO-608 D
·
LO-610
·
LO-612
·
LO-708 E
·
LO-709 E
·
LO-712
·
LO-812
·
LO-814
·
LO-914
·
LO-915
·
LO-916
·
OF-812
Chassis de motor dianteiro
·
L-312
·
L-1313
·
L-1418
·
L-1513
·
L-2213
·
LA-1113
·
LA-1720
·
LK-1625
·
LP-312 (1953-1959)
·
LP-321 (1967-1969)
·
LP-331 (1961-1966)
·
LP-344 (1970-1979)
·
LP-1111 (1960-1969)
·
LP-1113 (1970-1979)
·
LPO-1113 (1970-1982)
·
LS-1519
·
OF-1113 (1970-1986)
·
OF-1114 (1987)
·
OF-1115 (1988-1992)
·
OF-1218 (2008-2012)
·
OF-1219 (2012-2012)
·
OF-1313 (1970-1986)
·
OF-1314 (1987)
·
OF-1315 (1988-1993)
·
OF-1318 (1988-1999)
·
OF-1417 (1999-2003)
·
OF-1418 (2003-2012)
·
OF-1618 (1993)
·
OF-1620 (1994-1998)
·
OF-1721 (1999-2004)
·
OF-1722 (2003-2005)
·
OF-1722M (2004-2012)
·
OF-1730 (2010-2012)
Chassis de motor dianteiro Euro
·
OF-1219 BlueTec V (2012-∞)
·
OF-1519 BlueTec V (2012-∞)
·
OF-1724 BlueTec V (2012-∞)
·
OF-1721 BlueTec V (2012-∞)
∞ ESTE É UM SINAL DE INFINITIVO.
Chassis de motor dianteiro Serie com suspensão a ar Euro V
·
OF-1721L BlueTec V (2013-∞) Série com suspensão a ar.
·
OF-1724L BlueTec V (2013-∞) Série com suspensão a ar.
∞ ESTE É UM SINAL DE
INFINITIVO.
Chassis e plataformas urbanos de motor traseiro
·
Mercedes-Benz OH-1313 (1970-1986)
·
Mercedes-Benz OH-1314 (1987)
·
Mercedes-Benz OH-1315 (1988-1995)
·
Mercedes-Benz OH-1316 (1970-1986)
·
Mercedes-Benz OH-1317 (1987)
·
Mercedes-Benz OH-1318 (1988-1999)
·
Mercedes-Benz OH-1417 (2000-2004)
·
Mercedes-Benz OH-1418 (2004-2006)
·
Mercedes-Benz OH-1419 (1976-1986)
·
Mercedes-Benz OH-1420 (1988-1999)
·
Mercedes-Benz OH-1420 (1999-2003) (novas dimensões)
·
Mercedes-Benz OH-1421 L (1999)
·
Mercedes-Benz OH-1517 (1976-1986)
·
Mercedes-Benz OH-1518 (1987)
·
Mercedes-Benz OH-1518 (2008-)
·
Mercedes-Benz OH-1519 (2012-)
·
Mercedes-Benz OH-1520 (1988-1992)
·
Mercedes-Benz OH-1621 L (1997-1999)
·
Mercedes-Benz OH-1621 LE (1999-2004)
·
Mercedes-Benz OH-1621 LG (1997-1998)
·
Mercedes-Benz OH-1622 L (2008-2012)
·
Mercedes-Benz OH-1623 LG (1999-2004)
·
Mercedes-Benz OH-1628 L (1999-2004)
·
Mercedes-Benz O-321 (1958-1970)
·
Mercedes-Benz O-352 (1969-1973)
·
Mercedes-Benz O-362 (1973-1978)
·
Mercedes-Benz O-364 (1978-1986)
·
Mercedes-Benz O-365 (1986-1987)
Chassis e plataformas urbanos de motor traseiro Euro V
·
Mercedes-Benz
OH-1621 L BlueTec V (2013-∞)
∞ ESTE É UM SINAL DE
INFINITIVO.
Monoblocos urbanos
·
Mercedes-Benz O-321 (1958-70s)
·
Mercedes-Benz O-362 (1973-1978)
·
Mercedes-Benz O-364 (1978-1986)
·
Mercedes-Benz O-365 (1987-1989)
Plataformas articuladas de motor traseiro [
Mercedes-Benz O-400 UPA (1994-2003)
Plataformas articuladas de motor traseiro Euro V
Monoblocos, chassis e plataformas rodoviários de motor traseiro
·
Mercedes-Benz O-321 (1958-1969)
·
Mercedes-Benz O-326 (1966-1974)
·
Mercedes-Benz O-352 (1969-1974)
·
Mercedes-Benz O-355 (1972-1978)
·
Mercedes-Benz O-362 (1974-1978)
·
Mercedes-Benz O-364 (1978-1987)
·
Mercedes-Benz O-370 R (1986)
·
Mercedes-Benz O-370 RS (1984-1987)
·
Mercedes-Benz O-370 RSD (1984-1987)
Em 1996, a
Mercedes-Benz do Brasil descontinuou sua produção de monoblocos e iniciou-se a
fabricação de plataformas e chassis com motores traseiros.
Chassis e plataformas rodoviários com motor traseiro Euro V
Iveco
A Iveco é uma fabricante de veículos pesados, caminhões, ônibus e utilitários leves. Sua sede fica em Turim, Itália, sendo
uma subsidiária do grupo Fiat. O
nome da empresa é uma referência às primeiras letras de Industrial Vehicle Corporation.
No Brasil a Iveco iniciou suas atividades em setembro
de 1997 implantando uma rede própria de
concessionárias exclusivas e de assistência técnica encarregada de
comercializar veículos importados da Europa e da Argentina. A
tarefa de adaptar os padrões mundiais da marca ao Brasil e criar uma "Rede
Brasil" coube à EMA Arquitetura, com sede em São Paulo. A sede comercial
emSão Paulo foi
implantada em 1999 e conta com um centro de treinamento e a
fábrica em Sete
Lagoas, MG entrou em operação em novembro de 2000.
Atualmente possui cerca de 5000 colaboradores (diretos e indiretos)
Em 2006 a sede comercial da empresa foi transferida
para Nova Lima, MG, e
instalada no Edifício Piemonte, sede do Fiat
Groupno Brasil, como forma
de buscar sinergias entre as empresas do grupo.
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